O Black Eyed Peas emociona a Oprah Winfrey.
A população de Chicago baila-multidão, pula sincopada ao som do ”I gotta feeling” e o produtor will.i.am passou a coreografia para 800 fãs que multiplicaram para o restante das...20 mil pessoas presentes na abertura da temporada do programa da apresentadora americana.
Um Flash-mob (que soa revival e 2003!) numa ação da T-Mobile que nos deixa contagiados pelo clima e, passada a corrente sanguínea nos faz lembrar que somos sim seres grupais chegados a uma celebração.
Flash-mobs sempre soaram para mim como uma ironia de nicho. Sim, porque sempre se esperou da nova economia 2.0 (ou seja lá qual for o termo da moda quando você ler esse post) um ultra-targuetado mundo onde cada mensagem seria um código cifrado para meu D.N.A.
Ao assumirmos a função de massa, de micro-massa, soaríamos irônicos, falando ao Deus Mercado: "Veja, somos nicho e brincamos de massa, não nos venda nada de massificado".
Mas aí eu vejo esse tipo de coisa, divertida e tal, e me toco que sempre, sempre haverá a massa. Mesmo que seja pela diversão. E que divesão deliciosa!
Uma massa disponível ao toque, a compra fácil ao doce que se oferece, com cara de Lobo Mau.
Não que isso seja ruim. Só é...igual a tudo o que já se viu.
Dan Arckman ganha a vida realizando campanhas obscuras para grandes clientes. Faz parte do time de empreendedores que criaram seus negócios (no caso dele a agência The Comotion Group) sabendo muito bem onde estavam pisando, mesmo que isso queira dizer pisar num campo minado e inconclusivo chamado marketing viral.
Com o tempo e o sucesso de suas campanhas (ele diz ter dentro de casa um case que gerou 6 milhões de pageviews!) para clientes como grandes estúdios de Hollywood, marcas famosas e startup´s em busca da alta visibilidade do Youtube, Dan colecionou algumas dicas que compartilhou com os leitores do Techcrunch hoje à tarde, num post para o qual foi convidado a colaborar. Segue um resumão: