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Desbravando o mundo selvagem de conteúdo do BioParque do Rio

Como nossa metodologia estratégica de conteúdo transformou o BioParque do Rio em um narrador autêntico da causa da conservação.
cliente
BioParque do Rio
estatégia
desafio
O BioParque do Rio precisava de fluxo de produção de conteúdo
período
Março-Julho 2022

Do planejamento à produção: como uma metodologia estratégica de conteúdo transformou o BioParque do Rio em um narrador autêntico da causa da conservação.

Entre 2021 e 2023, conduzimos uma iniciativa abrangente de estratégia e produção de conteúdo do BioParque do Rio, o principal espaço de preservação da vida selvagem da cidade. O projeto envolveu a gestão remota de criadores de conteúdo multidisciplinares e, ao mesmo tempo, o desenvolvimento de sistemas de conteúdo sustentáveis, capazes de operar de forma independente no longo prazo.

O desafio central era repensar a abordagem de planejamento dos dois parques para suavizar as narrativas comerciais e atribuir mais autenticidade ao conteúdo. Isso passava por três frentes:

  1. Integrar aspectos científicos e de pesquisa a propósitos de entretenimento,
  2. Escalar a produção de conteúdo substituindo a mentalidade reativa por agilidade, autenticidade e conteúdo perene, e
  3. Conectar educação e engajamento para criar experiências significativas para os visitantes.

A solução estratégica para o conteúdo do BioParque do Rio se organizou em três pilares.

O primeiro foi a criação de um planejamento independente, que incluiu uma pesquisa de benchmarking com parques de todo o mundo, a definição de territórios, diretrizes editoriais e formatos de conteúdo, além do estabelecimento de pilares que conectavam a conservação ao engajamento dos visitantes.

O segundo foi a formação de uma rede interna de publishers, identificando e treinando profissionais internos para assumir a responsabilidade pela entrega mensal de conteúdo e criando fluxos de trabalho sustentáveis que pudessem funcionar de maneira autônoma.

O terceiro foi a gestão assíncrona de times, conduzindo as equipes internas em ambientes assíncronos e estabelecendo ciclos ágeis de produção sem comprometer a qualidade.

O framework da estratégia de conteúdo se apoiava em três grandes capítulos. Conectar, voltado a construir vínculos emocionais entre visitantes e animais. Educar, focado em compartilhar conhecimento sobre conservação e insights científicos. E Entreter, dedicado a criar experiências envolventes que inspirassem ação.

A abordagem foi sintetizada na ideia de “uma jornada, não apenas uma visita”, transformando visitas pontuais em relações contínuas por meio de narrativas multiplataforma, séries de conteúdo educativo, histórias de bastidores sobre conservação e experiências digitais interativas.

Entre as principais entregas estiveram mais de 200 peças de conteúdo produzidas para os dois espaços, incluindo artigos de blog voltados à educação para a conservação, campanhas de redes sociais que mostravam o cuidado diário com os animais, materiais educativos para o engajamento dos visitantes e uma série de podcast com histórias da vida selvagem e trilhas sonoras autorais.

No campo dos documentos estratégicos, foram desenvolvidos calendários de conteúdo alinhados às metas de conservação, diretrizes editoriais que equilibravam entretenimento e educação, materiais de treinamento para os criadores internos e métricas de desempenho com estratégias de otimização.

Os resultados e impactos foram expressivos para uma operação tão completa.

A produção de conteúdo deixou de ser reativa para se tornar estratégica e planejada, o engajamento dos visitantes cresceu por meio de uma narrativa autêntica sobre conservação, e foram estabelecidos fluxos de trabalho sustentáveis que seguem operando de forma independente.

O projeto também integrou credibilidade científica a um conteúdo acessível e cativante, além de criar uma biblioteca de conteúdo perene que sustenta a mensagem de conservação no longo prazo.

Esse trabalho exemplificou um interessante desdobramento de nossa metodologia de conteúdo, adaptada especificamente para a narrativa de conservação. Ela combinou uma abordagem orientada por pesquisa, que unia rigor científico e apelo narrativo, uma estratégia de conteúdo multiformato otimizada para diferentes pontos de contato com o público, sistemas de produção sustentáveis pensados para a independência de longo prazo e otimização de desempenho por meio de testes e refinamento contínuos.

Alguns screenshots do projeto de estratégia das redes do BioParque do Rio

Gestão de conteúdo feita de forma ágil

o que ficou

Resultados que explicam o projeto para o board.

200+
histórias publicadas
30
profissionais integrados
próximos cases

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